Matt: A curta sobre o poder dos nossos desajeitados primeiros encontros

Como alguém se torna um “daddy”? Quem é essa pessoa? Essa pessoa sabe quem é? Vou acordar um dia quando tiver 55 anos, abdómen duro como pedra, um bronzeado falso e um twink ao meu lado sem nenhuma lembrança de como lá cheguei? Ou terá sido uma viagem de empoderamento?

São estas questões que deixavam acordado Ori Tom Ravid, o autor e realizador da curta-metragem “Matt” que conta com Colby Jansen e Patrick Wallace como atores. “Matt” é uma história de amadurecimento sobre o caminho de um jovem para o mundo “daddy”. É, segundo Ravid, sobre como agimos para nos encontrar depois de sairmos do armário sem rumo ou direção. E é sobre como os nossos encontros podem ajudar-nos a encontrar também a nossa identidade, como podem ajudar a orientar-nos para onde devemos ir.

Quando personagens gays são retratados na ecrã, geralmente são despreocupadas e assexuadas, ou profundamente problemáticas, mas têm sexo incrivelmente quente e bonito. Com “Matt”, Ravid simplesmente pretendeu retratar um encontro realista, e por vezes desajeitado, entre dois homens gay que estão em lugares muito diferentes na vida.

Quer sejamos gay, hétero, bi ou qualquer outra identidade, todos e todas nós passamos por experiências complicadas que ajudam a moldar quem somos. É hora de comemorar isso“, remata.

Vale a pena ver a curta-metragem que fez parte de diversos festivais de cinema:


2 comentários

  1. Nem sempre a iniciação buscada entre gerações é como alguns definem como “economico”! Em 2018, banheiro comum a setores por andar/prédio, um chefe de setor vizinho ao me encontrar no banheiro (entramos quase juntos), entrando um pouco em intimidades buscou saber o que eu faria ali, disse urinar sinalizando a ele, pela forma mais educada que ele podia “chegar”! Fomos ao box, urinamos e ele disse que era bissexual, mas até então só estado com mulher, mas que depois de ter tido a prole, havia começado a me observar. Nos beijamos e sugeri irmos ao meu setor que estava somente eu: percebi ele me observando quando me penetrava, ai disse a ele não é dificil relaxar um homem depois dos 50 anos, alterações hormonais, deixam o esfincter mais favoravel e claro experiência conta! Acabamos tendo relação naquele ano, todo! Depois como finalizei a carreira, cada um seguiu seu caminho! Eu tinha 52 anos e ele 35 anos!

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