
Hayley Williams esclareceu que inclusão não é para si negociável. Em entrevista à Clash, a vocalista dos Paramore explicou que pessoas com ideologias discriminatórias não devem sentir-se confortáveis nos seus concertos.
“Tenho dito sempre que todas as pessoas são bem-vindas aos nossos concertos”, afirmou. “Mas não quero racistas, não quero pessoas sexistas, e não quero pessoas que vejam as pessoas trans como um fardo.” Para Williams, “essa é agora uma linha vermelha”.
A artista espera que a própria energia das salas faça esse filtro: “Espero que aconteça naturalmente que pessoas com essas ideologias preconceituosas não se sintam bem-vindas, porque vão entrar e perceber que aqui estamos todas unidas em algo positivo.” E resume assim o princípio que guia a sua música e o seu público:
“Todas as pessoas são bem-vindas se acreditares que todas as pessoas devem ser bem-vindas… Se não acreditares nisso, não és bem-vinda!”
A cantora tem apoiado causas progressistas, desde o direito ao aborto até campanhas políticas centradas em direitos civis. Também se mantém uma aliada visível da comunidade LGBTQ+. Em março, subiu ao palco no concerto Love Rising, em Nashville, organizado em resposta às leis anti-LGBTQ+ aprovadas no Tennessee.
Nessa noite, disse à GLAAD: “Não consigo imaginar ser alguém que passa o tempo a pensar em limitar outras pessoas. Não percebo essa forma de estar.”
Para Williams, os concertos são um espaço de celebração e de cuidado. A música acolhe, mas o respeito é condição essencial.
Hayley Williams lançou um álbum a solo este ano — Ego Death at a Bachelorette Party — e já tem digressão marcada para março, mas que, infelizmente, não passará por Portugal.
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