Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde promove debate para comunicar a Monkeypox e combater o estigma

SOCIEDADE PORTUGUESA DE LITERACIA EM SAÚDE O DEBATE Do not Chill with MonkeyP: A Importância da literacia em saúde e da dignidade da vida humana

A Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde (SPLS) irá realizar um debate sobre a Monkeypox em que se convida o público a participar e a comentar durante o evento. Todas as vozes serão ouvidas, promete.

Um conjunto de especialistas composto por pessoas médicas e ativistas vai abordar vários temas numa conversa que se quer informal: desde os sintomas do vírus às estratégias para quebrar os preconceitos.  

Na próxima quinta-feira, 4 de agosto, pelas 21h, a Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde irá organizar uma conversa aberta online, desta vez sobre os estigmas associados à doença Monkeypox. Com a missão de esclarecer, promover uma maior literacia em saúde e fazer face a esta nova emergência de saúde pública mundial, a SPLS vai juntar várias pessoas especialistas para abordar, pelas 21h, as recomendações da Organização Mundial da Saúde sobre o tema e o impacto da sua estigmatização nos cuidados de saúde e na vida social.

“A varíola-dos-macacos e a forma como se iniciou a comunicação mundial pode trazer alguns estigmas. Na Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde queremos debater o tema, os sintomas, a doença, mas também a preocupação para uma melhor compreensão da doença na perspetiva de não causar estigma, de ouvir e agir sem preconceitos”, explica a Presidente da SPLS, Cristina Vaz de Almeida.  

O encontro pretende ser um diálogo informal para discutir a doença e os seus sintomas, os problemas da estigmatização e as consequências na prestação de cuidados médicos, a saúde mental, os medos provocados pelas crises de saúde pública e que estratégias adotar para comunicar com os doentes. Para Susana Ramos, enfermeira e Vice-Presidente da SPLS, “é necessário atender às questões nefastas que o estigma pode provocar na própria segurança dos cuidados e, por isso, é importante abrir ao debate público”.

A conversa online vai colocar igualmente em perspetiva o ponto 1.b. das recomendações da OMS, que visa promover o planeamento e/ou implementação de intervenções para evitar a estigmatização e discriminação contra qualquer indivíduo ou grupo populacional que possa ser afetado pela varíola.  

Vão estar presentes várias figuras ligadas à saúde, à comunicação e ao ativismo LGBTI+. Destacam-se os médicos Francisco Silva e José Feliz; a enfermeira Susana Ramos, responsável pela Segurança do Doente; a Presidente do Conselho Científico da SPLS, Isabel Fragoeiro; Laetitia, do Gabinete de Ativistas em Tratamento (GAT); e a especialista em comunicação de saúde Vânia Lima.

O evento realiza-se de forma online e é aberto a toda a comunidade. A organização promete que todas as pessoas poderão comentar, enriquecer o debate e ver as suas dúvidas esclarecidas. É possível aceder ao debate através deste link para a plataforma Zoom.

Programa do debate sobre Monkeypox

Atualização 5 de agosto

O debate promovido pela Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde sobre o Monkeypox pode ser assistido abaixo:

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