Sam Smith e Kim Petras vencem Grammy de melhor duo pop com Unholy

Sam Smith e Kim Petras vencem Grammy de melhor duo pop com Unholy

Sam Smith e Kim Petras vencem Grammy na categoria de melhor duo pop com o êxito ‘Unholy’. Esta é apenas a segunda vez que uma mulher trans ganha um gramofone.

A 65ª cerimónia dos Grammy contou com a presença de nomes como Beyoncé, Adele, Harry Styles, Lizzo. No entanto, a noite ficou também marcada pelo momento histórico quando Sam Smith e Kim Petras venceram o prémio de melhor canção pop por um duo ou banda. Petras tornou-se assim na primeira mulher trans a ganhar nesta categoria. Na cerimónia de 1970, Wendy Carlos, pioneira da música eletrónica, venceu 3 prémios.

Petras agradeceu a várias figuras durante o seu discurso. “Esta música tem sido uma jornada incrível para mim, e Sam tem sido um apoiante por tanto tempo”. A artista contou que Smith quis que ela recebesse o prémio por ser “a primeira mulher transgénero” a ganhá-lo.

A artista alemã também agradeceu a Sophie, uma artista escocesa trans que morreu em 2021 aos 34 anos. Sophie recebeu uma nomeação em 2018 por “Oil of Every Pearl’s Un-Insides” na categoria de melhor música eletrónica/álbum de dança.

Muito obrigada pela tua inspiração, Sophie. Eu adoro-te e a tua inspiração estará para sempre na minha música.

Petras também agradeceu à ícone pop Madonna pela sua extensa história de ativismo LGBTQ+: “Não acho que poderia estar aqui sem Madonna.”

Por fim, Kim Petras agradeceu emocionada à sua mãe. “Cresci ao lado de uma autoestrada algures na Alemanha e minha mãe acreditou que eu era uma menina. Não estaria aqui sem ela e o seu apoio”.


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Respostas de 3 a “Sam Smith e Kim Petras vencem Grammy de melhor duo pop com Unholy”

  1. […] a cerimónia de 2023, Sophie foi relembrada por Kim Petras no seu discurso de agradecimento ao vencer com Sam Smith o Grammy de melhor duo pop com […]

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  2. […] Numa cerimónia que celebrou Kim Petras e Sam Smith, mas também Beyoncé – mencionada na declaração de Madonna, tanto as redes sociais como orgãos de comunicação não hesitaram em apontar à aparência de Madonna aos 64 anos. […]

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  3. […] A história entre Sam Smith e Madonna recua a fevereiro, quando a rainha da pop defendeu a estrela não binária de comentários homofóbicos e gordofóbicos. Smith tinha vindo a receber insultos pela sua aparência há semanas e Madonna tomou uma posição. Como não podia deixar de ser, o ícone fê-lo em palco para máxima exposição e efeito: nos Grammys. Madonna chamava assim a palco Sam Smith e Kim Petras para uma performance do hit Unholy. […]

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