Erin Parisi ergueu a bandeira do Orgulho Trans no pico mais alto da Antártida para celebrar a ‘resiliência’ da comunidade

Dedicando a sua conquista à “resiliência da comunidade trans” que “me acolheu quando eu não tinha esperança”, a bandeira do Orgulho Trans foi plantada no pico da montanha mais alta da Antártida, o Maciço Vinson, pela alpinista trans Erin Parisi.

A comunidade trans mostrou à alpinista que “é melhor ser visível e livre, do que viver num exílio auto-imposto” e que o estigma enfraquece “quando abraçamos a nossa verdade”.

Empurraram-nos para baixo, muitas vezes até sofremos espancamentos e enfrentámos todo o tipo de crueza nas nossas vidas – a nossa resiliência mantém-nos no topo. Em união, construímos um ano de 2021 durante o qual o mundo tentou-nos negar a dignidade na área da saúde, o direito a termos empregos devidos, o direito de praticar desporto, o perpetuar do estigma por meio de comediantes e podcasters nos canais mais populares do mundo e continuam a aumentar as vozes da violência contra a nossa comunidade. Nós lutámos de uma forma que não deveria ser uma luta: ao viver as nossas melhores vidas.

Esta é minha resposta a um mundo que atacou as vidas trans em 2021:
Podem tentar empurrar-me para o fundo e eu encontrarei um caminho para o topo. Não vou me contentar em ser empurrada para as sombras. O ódio terá que fazer melhor que isto…

Parisi chegou ao cume de 4.892 metros do Maciço Vinson a 26 de dezembro, depois de partir para a Antártida a 18 de dezembro. Alcançar o ponto mais alto da Antártida fez parte do objectivo de Parisi em se tornar na primeira mulher abertamente trans a completar as “Sete Cúpulas”: um desafio de montanhismo para subir ao ponto mais alto de cada um dos sete continentes.

O Maciço Vinson da Antártida foi o quinto pico de Parisi dos sete cumes: ela ainda tem o Monte Denali, no Alasca, e o Monte Everest, o pico mais alto do mundo. Venham eles!


Ep.143 – Ding Dong: Gais en Barcelona, Trixie & Katya e Dia da Memória Trans Dar Voz a esQrever: Notícias, Cultura e Opinião LGBTI 🎙🏳️‍🌈

O centésimo QUADRAGÉSIMO TERCEIRO episódio do Podcast Dar Voz A esQrever 🎙️🏳️‍🌈 é apresentado por nós, Pedro Carreira e Nuno Gonçalves. O Nuno tinha acabado de chegar de Barcelona e incorreu em todo um ensaio filosófico sobre as diferenças entre as Gais de Barcelona e as de Lisboa e a homofobia internalizada que ainda vivemos no nosso país, Grindr incluído. Falou também do drag espanhol antes de se babar com o espectáculo ao vivo Trixie & Katya Live, as drag queens que considera suas mães. Mas também falámos de assuntos sérios como o Dia Da Memória Trans e o Pedro ainda conseguiu Dar Voz A… Dead To Me. Artigos mencionados no episódio: Dia da Memória Trans: 327 mortes no último ano em todo o mundo, mas a maioria não é relatada Música por Katya Zamolodchikova, Jingle por Hélder Baptista 🎧 Este Podcast faz parte do movimento #LGBTPodcasters 🏳️‍🌈 Para participarem e enviar perguntas que queiram ver respondidas no podcast contactem-nos via Twitter e Instagram (@esqrever) e para o e-mail geral@esqrever.com. E nudes já agora, prometemos responder a essas com prioridade máxima. Podem deixar-nos mensagens de voz utilizando o seguinte link, aproveitem para nos fazer questões, contar-nos experiências e histórias de embalar: https://anchor.fm/esqrever/message 🗣 – Até já unicórnios 🦄
  1. Ep.143 – Ding Dong: Gais en Barcelona, Trixie & Katya e Dia da Memória Trans
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