“Ampliando Famílias”: Associação AMPLOS lança guias de apoio a famílias de pessoas LGBTI e comunidades escolares

A AMPLOS – Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual e Identidade de Género, tem a decorrer o Projeto Ampliando Famílias sob a coordenação técnica da Mestre Ana Silva e a consultoria científica da Professora Doutora Sandra Saleiro. O projeto visa a conceção de materiais informativos/didáticos acerca das questões LGBTI, especificamente dirigidos a famílias de pessoas LGBTI e a intervenientes de ação comunitária e nas comunidades escolares – capacitando o público-alvo, enquanto mediadores ativos no combate à discriminação. Conhecer esta ferramenta de trabalho é essencial para a inclusão da diversidade.

Os guias focam-se em três áreas específicas:

– Guia para famílias de pessoas trans*
– Guia para famílias de pessoas lésbicas, gays, bissexuais (LGB+)
– Guia para intervenientes na ação comunitária e escolar sobre orientação sexual e identidade de género

Tendo em conta a importância da informação no combate ao preconceito e à discriminação, e sendo a disseminação dessa mesma informação um dos objetivos do projeto Ampliando Famílias, a AMPLOS disponibiliza-se para efetuar sessões de divulgação e apresentação dos guias nas instituições de intervenção comunitária e nas comunidades escolares.

Poderão entrar em contacto com a Associação através do site da mesma.


Ep.138 ESPECIAL: Opiniões sobre comunidade LGBTI+ com Cairo Braga, André Tecedeiro, Luísa Semedo e Pedro Carreira Dar Voz a esQrever: Notícias, Cultura e Opinião LGBTI 🎙🏳️‍🌈

Episódio ESPECIAL: Opiniões sobre comunidade LGBTI+ com Cairo Braga, André Tecedeiro, Luísa Semedo e Pedro Carreira. Cairo Braga tem neste episódio especial o duplo-papel de pessoa convidada e moderadora de uma conversa sobre a série de artigos de opinião que surgiram nos últimos dias sobre as identidades e vivências da comunidade LGBTI+… escritas quase na totalidade por homens heterossexuais, cisgénero, brancos e de meia idade. Para tal, juntam-se a Cairo o André Tecedeiro, a Luísa Semedo e o Pedro Carreira para uma conversa na primeira pessoa sobre este ataque, aproveitamento e obsessão que algumas pessoas comentaristas têm para falar da comunidades LGBTI+. A não perder! Artigos por pessoas LGBTI+ mencionados no episódio: A chave do armário e o orgulho da invisibilidade (por Luísa Semedo) De onde vem o que julga saber? Já conversou com pessoas trans e não-binárias? (por André Tecedeiro) O bullying dos opinion-makers (por Ana Aresta) Destransição: Dos mitos aos factos (por Pedro Carreira) Sigam e descubram o trabalho de: Cairo Braga André Tecedeiro Luísa Semedo Música por Fado Bicha: Fado Alice (com Alice Azevedo); Jingle por Hélder Baptista 🎧 Este Podcast faz parte do movimento #LGBTPodcasters 🏳️‍🌈 Para participarem e enviar perguntas que queiram ver respondidas no podcast contactem-nos via Twitter e Instagram (@esqrever) e para o e-mail geral@esqrever.com. E nudes já agora, prometemos responder a essas com prioridade máxima. Podem deixar-nos mensagens de voz utilizando o seguinte link, aproveitem para nos fazer questões, contar-nos experiências e histórias de embalar: https://anchor.fm/esqrever/message 🗣 – Até já unicórnios 🦄
  1. Ep.138 ESPECIAL: Opiniões sobre comunidade LGBTI+ com Cairo Braga, André Tecedeiro, Luísa Semedo e Pedro Carreira
  2. Ep.137 – Becoming All Alone: Homens Cisgenerais, Telescópio Homofóbico e Queer Lisboa 26
  3. Ep.136 – Break My Soul: Padre em apuros e Friends redimidos

O Podcast Dar Voz A esQrever 🎙🏳️‍🌈 está disponível nas seguintes plataformas:
👉 Spotify 👉 Apple Podcasts 👉 Google Podcasts 👉 Pocket Casts 👉 Anchor 👉 RadioPublic 👉 Overcast 👉 Breaker 👉 Podcast Addict 👉 PodBean 👉 Castbox 👉 Deezer

2 comentários

  1. Não leio muito sobre o “papel” em especial dos professores de Educação Fisica, junto a adolescentes, na faixa dos 15/17 anos. Paradoxalmente, comentam da obesidade juvenil e “vício em internet”! Digo isso, porque em 1983, procurei aquele que havia sido meu professor nessa área e conversado muito com ele em muitas das aulas que tivemos e, disse minha formatura será em breve (chegava final do ano como agora) e, quando expus a ele a atração que eu sentia, ele disse que já havia percebido e aceitava conversar, justamente para me auxiliar se era a presença masculina que eu precisava como referência (meu pai era falecido), ou se eu buscasse conversar como “conhecer um homem”! Foi ele o primeiro homem que fiquei. Eu tinha uma irmã lésbica que estava no armário, ela já tinha 20 anos e, justamente quando eu tinha ido buscar intimidade com homem, ela vai a escola, para irmos juntos para casa. Ele até parabenizou minha maturidade já conhecendo a própria sexualidade!

Deixa uma resposta