Maria José Vilaça: “Ter um filho homossexual é como ter um filho toxicodependente”

maria_jesus_vilaca-psicologa-catolica-homofobia-transfobia-lgbt-escrever-gay-2

Maria José Vilaça, presidente da Associação de Psicólogos Católicos, quando questionada sobre a forma como se poderia acolher pessoas homossexuais, afirmou que para aceitar o filho não é preciso aceitar a homossexualidade:

Eu aceito o meu filho, amo-o se calhar até mais, porque sei que ele vive de uma forma que eu sei que não é natural e que o faz sofrer. É como ter um filho toxicodependente, não vou dizer que é bom.

As suas palavras foram publicadas na revista Família Cristã num artigo que no título questiona “Rapaz ou rapariga: uma escolha?” Este é um artigo que pretende tratar a identidade de género, mas, para além de misturar orientação sexual e preferências sexuais, simplifica a questão inicial com a narrativa “Teres pipi não significa que sejas menina. Podes decidir mais tarde“.

A psicóloga explica que ao falar com miúdos de 16 ou 17 anos que não tiveram uma namorada a primeira ideia que têm é: “Será que eu sou homossexual ou bissexual?”, concluindo que “já não lhes passa pela cabeça serem heterossexuais“. Pergunto, e não lhes esclarece que  o facto de nunca terem tido namorada não influencia a sua orientação sexual? Pergunto, se miúdos se questionam perante uma psicóloga sobre a sua orientação sexual esta não deveria ter um cuidado especial e não tirar conclusões que nem passam pela cabeça de um profissional responsável?

A acompanhar a psicóloga está igualmente Diogo Costa Gonçalves, professor auxiliar da Faculdade de Direito de Lisboa, que lembra que “nenhum dos nossos pais se sentou connosco a explicar por que é que o casamento é entre um homem e uma mulher. Era dado mais do que adquirido. Neste momento, vou ter de fazer isso com os meus filhos“. Pois, realmente é uma inconveniência ter que explicar aos nossos filhos e filhas por que razão duas pessoas adultas que se amem e assim desejem possam casar-se. É o mundo ao contrário! Talvez seja essa uma das maiores evoluções sociais dos últimos anos, agora os pais podem – e devem – mostrar-se disponíveis para tratar estas questões com os seus filhos e filhas para que percebam que, independentemente daqueles que amem, a família permanecerá una.

E é por isso que as afirmações destas pessoas, católicas ou não, são perigosas, porque segregam, abandonam, envergonham quem mais precisa de ajuda: as crianças e adolescentes. Pior, como psicóloga, Maria José Vilaça, é absoluta e duplamente irresponsável ao comparar uma pessoa homossexual a uma toxicodependente. A sua conduta profissional é, pois, questionável. E, por fim, pergunto: como reage a Ordem  dos Psicólogos Portugueses a estas declarações?

Actualização 13/11/2016:

A Psicóloga Maria José Vilaça já se pronunciou:

“Caros amigos, corre nas redes sociais um burburinho sobre uma entrevista que eu dei a revista Família Cristã sobre o tema Ideologia de Género. Dizem que comparei a homossexualidade à toxicodependência. Por conta disso está uma grande quantidade de pessoas animadamente a insultar-me das mais variadas formas. Partilho convosco o que tenho estado a responder aos que me enviaram mensagens privadas: “Leram o texto original? O que disse é que perante um filho que tem um comportamento com o qual os pais não concordam, devem na mesma acolhê-lo e amá-lo. A toxicodependência é apenas exemplo de comportamento que por vezes leva os pais a rejeitar o filho. Não é uma comparação sobre a homossexualidade mas sobre a atitude diante dela”. Aliás a pergunta da jornalista que me entrevistou foi mesmo “O que diria a uns pais com um filho homossexual?“”

A Maria José Vilaça não compreende que comparar a atitude dos pais e mães perante filh@s homossexuais e de filh@s toxicodependentes é uma injustificável associação de realidades. E mesmo que a sua  resposta fosse à questão mencionada – e não como podem as famílias acolher um homossexual, como referido no artigo original – não é defensável uma resposta daquelas por parte de uma Psicóloga. Maria José Vilaça ignora também oportunamente as restantes declarações aqui denunciadas. Dito isto, repudiamos qualquer insulto dirigido a Maria José Vilaça.

Mas quem melhor para se pronunciar sobre estas declarações senão um colega da própria, Júlio Machado Vaz? Assim escreveu:

“Os técnicos de saúde mental precisam de escolher cuidadosamente as palavras no exercício da profissão. Não questiono a boa fé da colega, embora não partilhemos a mesma visão das homossexualidades. Mas suponha, por exemplo, que um pai, em toda a sua angústia por ter recebido uma notícia para a qual não estava preparado, receoso das consequências para o filho da discriminação que continua a existir em função da orientação sexual, diz: “Mas os psis tratam os toxicodependentes, não tratam? Então trate o meu rapaz/rapariga!“. Já viu a alhada? Nós, psis, temos instruções claras para o não tentar ou apadrinhar quem o faz. De pecado, a doença, a desvio, a variação foi o trajecto. E quanto à dúvida dos rapazes sobre a sua orientação sexual quando não têm sorte com as raparigas, ouço-a há décadas. Sabe de onde bebe? De um conceito de virilidade feroz que tiraniza os homens e estabelece uma equação assustadora – se não sou um homem “a sério” só posso ser um “não homem”, logo, um “deles”. Quando comecei a ouvir isto ninguém falava de género ainda… :(“

Após outras inúmeras reacções à denúncia feita, entre elas as das Deputadas Isabel Moreira e Edite Estrela, do Deputado Tiago Barbosa Ribeiro, a Ordem dos Psicólogos Portugueses já anunciou que irá lançar eventual comunicado oportunamente. Escreve o Público que “a direcção da Ordem dos Psicólogos Portugueses entendeu que as declarações da psicóloga são “de extrema gravidade” e justificam a abertura de um inquérito, no sentido de averiguar se contrariam os preceitos éticos e deontológicos que rege esta classe profissional”.

Diz a Direcção em comunicado:

“De acordo com o Código Deontológico (CD) da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), “quando fazem declarações públicas, nas suas diversas formas – verbais ou escritas – utilizando os media ou outras formas de divulgação, os/as psicólogos/as devem observar o princípio do rigor e da independência, abstendo-se de fazer declarações falsas ou sem fundamentação científica“, estando ainda previsto que “os/as psicólogos/as reconhecem o impacto das suas declarações junto do público, em função da credibilidade da ciência que representam“. Ainda segundo o Principio da Responsabilidade do CD, “pretende-se salvaguardar que os/as psicólogos/as tenham consciência das consequências do seu trabalho e que o apliquem em prol do bem-estar da pessoa, respeitando-a como tal“.

Tendo por base estas normas e princípios, as dezenas de queixas que nos chegaram nas últimas horas e o facto da Drª Maria José Vilaça ter falado a título profissional, a OPP sublinha que não se revê nas afirmações proferidas e adianta que estas não representam a opinião da OPP. Mais informa que estas declarações não apresentam qualquer tipo de base científica e que considera que estas apenas contrariam a defesa dos direitos humanos, da evolução e equilíbrio social, e dificultam a afirmação dos psicólogos na sociedade que tem sido prosseguida com enorme dedicação e empenho por múltiplas/os psicólogas/os.”

Actualização 14/11/2016:

A Associação dos Psicólogos Católicos reagiu:

Não concordando com parte do conteúdo e achando infeliz o exemplo encontrado, notamos o apelo ao acolhimento e amor dos pais por qualquer filho ou filha que seja homossexual, ainda que não concordando estes com essa mesma orientação sexual” (…) A lição que devemos reter é a ler os artigos na íntegra e não excertos descontextualizados e, sobretudo, em não sermos lestos no gritar ‘homofóbica’.”

Estas declarações voltam a reiterar talvez o problema maior de toda esta polémica: como se concorda ou discorda com a natureza de uma pessoa? É válido alguém discordar da cor do cabelo de uma pessoa? Discordar da sua cor da pele? Da sua altura? Voz? Não é uma questão de concordância, pois esta torna implícita a noção de tolerância e esta pressupõe que existe algo de errado que se tolera. E isso volta, mais uma vez, a chocar com as qualidades éticas e profissionais de quem exerce a profissão de psicólogo ou psicóloga. Não entender isto é não entender a agressão que faz, mesmo que implicitamente, a crianças e adolescentes.

Atualização 02/10/2017:

Quase um ano após as queixas apresentadas à Ordem dos Psicólogos, Maria José Vilaça vai, por fim, ser alvo de um processo disciplinar devido às declarações homofóbicas que fez como profissional.

Atualização 10/01/2019:

A (ainda) Psicóloga Maria José Vilaça voltou a ser o centro de uma reportagem transmitida esta noite na TVI que se debruçou sobre as chamadas ‘terapias de conversão’. Estas são atividades que quebram por completo o Código Deontológico dos Psicólogos, a sua base em dados científicos e que continuam a ser apoiadas e realizadas pela psicóloga.

Atualização 12/01/2019:

A Ordem dos Psicólogos Portugueses reagiu assim hoje:

“Relativamente à substância da reportagem da TVI (“terapias de conversão de homossexualidade” ), a OPP gostaria de esclarecer que, de acordo com toda a evidência científica disponível, o muito amplo consenso entre investigadores e profissionais e a posição das principais organizações profissionais de Saúde e de Psicologia internacionais, a homossexualidade não é uma perturbação mental nem implica qualquer tipo de incapacidade, sendo uma variante da sexualidade humana, não podendo ser, desta forma, associada a qualquer forma de psicopatologia. Pelo contrário, são o preconceito, a violência e o estigma social sobre a homossexualidade que podem causar sofrimento psicológico.

Para além disso e no mesmo sentido, e de acordo com toda a evidência científica disponível e a posição das principais organizações profissionais de Psicologia internacionais, intervenções como as “terapias de conversão” ou “reparação” (terapias que procurem reduzir ou eliminar a homossexualidade) não têm qualquer fundamento, quer do ponto de vista da sua validade científica, ética, da sua eficácia e benefícios, sendo, pelo contrário, assinaláveis os potenciais riscos e prejuízos para a saúde.

De facto, os esforços para modificar ou “curar” algo que não é um problema de Saúde Mental (e que, portanto, não necessita de qualquer tipo de tratamento ou terapia) podem causar grande dano (por exemplo, sofrimento emocional, depressão, auto-imagem negativa) e contribuir para reforçar o estigma social que também prejudica os indivíduos homossexuais.

(…)

“Seguindo os princípios do Código Deontológico da profissão, os Psicólogos são encorajados a reflectir sobre os limites da sua prática quando trabalham com clientes com identidades de género ou orientações sexuais minoritárias, assim como a considerar a necessidade de formação específica e o encaminhamento para outros profissionais sempre que necessário. Os Psicólogos devem ainda basear todas as suas intervenções em evidências científicas sólidas.”


A processar… ⏱
Sucesso! 🌈
Anúncios

135 comments

  1. Se nascer numa “DROGA DE FAMÍLIA HOMOFÓBICA CRISTÔ, quem sabe?
    Por isso que amo mais meu cachorro, quer saber? Um ser que não fala, apenas sente, retribuindo com suas lambidas…

    Gostar

  2. Lamento profundamente a qualidade de comentários e linguagem utilizada por muitos aqui apresentados, que duvido em forma alguma se de frente de outra pessoa diriam tamanhas palavras. DUVIDO. Mostra a qualidade do povo miserável, mesquinho e de baixo nível que temos e ainda por cima cobarde. Em relação aos comentários ditos por esta profissional não vou comentar pois está no seu direito como estado democrático que supostamente estamos, mesmo que eu não concorde com os mesmos. Lamento mais uma vez e para terminar, que muitos que fazem estas ofenças verbais se dizem democráticos, mas não admitem que possa existir quem pense contrário a vocês. É a vossa noção de democracia: se pensam como vocês são democratas, mas se pensam de forma diferente são antidemocratas. Como lamento que os que postam comentários sejam na sua maioria de tão baixo nível e tão antidemocratas, autênticos ditadores de certeza da extrema esquerda que apoia os regimes comunistas que extreminaram mais de 100 milhões de humanos, mas que só criticam os outros loucos nazis que extreminaram 20 milhões de vidas. Personalidade triste, pequenina e miserável.

    Gostar

    1. Lamentável a associação politica à extrema esquerda. Como democrata, celebro o direito que esta senhora tem de dizer as verborreias que bem entender e o direito que eu, como mãe, tenho de rejeitar por completo a diarreia mental de que sofre. Isto é democracia, não é extrema esquerda, direita ou o raio que o parta. É compaixão pelo próximo. É humanidade!

      Gostar

    2. Completamente de acordo, Paulo Santo. O baixo nível e a falta de respeito pelas opiniões diferentes das nossas, desencoraja qualquer pessoa, minimamente responsável e educada, a entrar nestes debates, até porque a argumentação utilizada, na maior parte dos casos, é apenas o insulto. De qualquer maneira, e por isso mesmo, congratulo-me pela coragem de seu comentário.

      Gostar

  3. Está mulher não tem moral para ocupar o cargo que tem .Uma mãe ama o seu filho incondicionalmente e ajuda para que el seja feliz , não deve saber o que é o mundo cá fora. Além disso como pode ajudar alguém pensando assim.

    Gostar

  4. Essa senhora é louca?
    Ela não ama seu filho! Sabe por que? Porque ela não o respeita.
    Respeito também é uma forma de AMOR. E essa senhora não sabe o significado de tal PALAVRA ou EMOÇÃO.
    Que Deus a perdoe.


    Franklin Paolotti

    Obs. questiono sua “fé” católica, pois, ela está claramente na contra mão de Francisco! Este sim! Um Papa do Bem.


    Franklin Paolotti

    Obs. questiono sua “fé” católica, pois, ela está claramente na contra mão de Francisco! Este sim! Um Papa do Bem.

    Gostar

  5. Essa senhora pertence ao passado, pensamento retrogado…ela não sabe o que diz…
    Procurar prazer é algo simplesmente natural e ser feliz é a procura de todos, e o que faz pessoas LGBT sofrerem é a sociedade estar infestada de pessoas que pensam como essa senhora, que compara algo simplesmente natural, com tóxicodependentes…Gente!!! Pra mim é um pensamento desprezível!
    Ps. Sou hetero pois adoro mulheres, porém alguém sequer deve se dar ao direito de criticar os gostos de alguém…
    Para essa senhorita cristã digo: pelo amor de Deus hein!!!

    Gostar

  6. Esse coisa de achar que filho gay sofre é hilario ! Fofa , a palavra gay ( alegre ) não ê utilizada à toa ! Gay se diverte muito ! E como todo minoria ( qualquer um que não seja homem hetero branco ) sofre preconceito . Mas infeliz é alguém que tenha uma família que pense igual a vc !

    Gostar

  7. Santa ignorância. A toxicodependência é uma doença, minha senhora. A homossexualidade é tão natural como existir, apenas. Existe não só no ser humano como no mundo animal. Tenho bons amigos e amigas homossexuais e o facto de o serem, não lhes tira competências enquanto seres humanos e profissionais. Em muitas situações até lhes dá mais sensibilidade.
    Tenho uma filha, que por acaso até é heterossexual, mas se não fosse, iria ama-la de igual forma. Não iria de certeza vê-la como uma doente ou com algum tipo de incapacidade. Sugiro que releia os seus manuais de curso, faça uma reciclagem na área social e cidadania, porque as suas prioridades estão um pouco confusas.

    Gostar

  8. Que mais esperamos de uma Sociedade doentia que nao pensa por si, nao se interroga antes de abrir a boca e dizer asneiras sobre quem quer que seja… O Mundo e a Sociedade nao possui direito algum de opinar sobre a opecao sexual de cada um. Todo o Ser Humano e’ livre e de pleno direito de viver a sua vida de acordo com seus sentimentos. Viva a sua vida desfrutando de tudo a que tem direito.

    Gostar

    1. Amigo, a homossexualidade existe há muito tempo, e não só em seres humanos. Antes de dizer essas barbaridades, por favor faça pesquisa.
      Para além do mais, não é uma escolha. Se fosse, acredito que muitas pessoas que estão a passar por momentos complicados na sua vida já se teriam ‘convertido’ em heterossexuais.

      É por causa de pessoas como você e a senhora destacada no artigo que a humanidade não evolui. O mundo só beneficiaria se tivessem uma mente mais aberta.

      Gostar

  9. Esta mulher é um ser desprezível como ser humano! E como é possível estar à frente deste movimento, Família Cristã !!! Mas que raio de cristandade é desta mulher…o mundo está louco com toda esta desumanidade. Sou católica e não me revejo na linha desta mulher. Esta mulher é uma pessoa mal resolvida em todos os aspetos. Vá a um psicólogo, mas bom…

    Gostar

  10. As pessoas antes de pensarem em ser país deveriam antes entender que ser pai e mãe é adotar,ser tutor de um ser que mesmo vindo ao mundo através de quem decide trazer para si esse copromisso,nao e, dos seus genitores,uma mera copia;assim sendo tem caracteristicas individuais e unicas as quais fazem parte da sua individualidade.comosrsr a homossexualidade de um filho a uma dependecia quimica e de uma mediucridade sem tamanho o q nao deveria axobtecer com ima pessoa profissional da area da psicologia haja vista que um psicologo tem a duncao de conduzir alguem qie esta em desequilibrio emocional a aprender a conviver com a sua condicao,seja ela qual for,pois sexualidade ao contrário do que muitos acreditam E uma característica Nata do ser!

    Gostar

  11. Pois. Até percebi a intenção da comparação mas como já alguém disse, há que ter cuidado com os termos que se utiliza, sabe dra. a toxicodependência é uma doença. …

    Gostar

  12. Eu respeito todo tipo de orientação sexual, apesar de heterosexual tenho bons amigos gays, nao podemos ser egocéntricos e pensar no bem estar de todos, e isto vale para heteros e gays, como podem dizer que ser gay é normal? Apesar de todo respeito que merecem teem de aceitar que não é essa a essência da vida! E apesar de merecerem todo respeito teem de meter na cabeça que sao diferentes, tal como devemos respeitar religiões e cores também devemos aceitar os gays mas ultimamente tem se verificado um assalto aos valores de um familia normal por parte deles, querem casar adotar filhos etc etc, sou favor do casamento mas nunca da adopção, ninguém tem o direito de atingir terceiros e uma criança precisa de pai e mãe, caso contrário irá ser sempre indeciso à sua sexualidade, poderá desenvolver problemas psicológicos e estragar sua vida…..vivam sejam felizes mas ponham os pes no chão

    Gostar

    1. Ser gay é de facto algo normal. Como referi num comentário acima, não só é algo que existe entre seres humanos como também em outras espécies de animais.
      Uma criança adotada por dois homens/duas mulheres não crescerá de maneira diferente de uma com uma mãe e um pai. A orientação sexual é algo que já nasce connosco, a educação não tem nada a ver com ela.
      Percebo que as suas intenções sejam as melhores, e fico feliz por saber que aceita a comunidade LGBT, mas no final de contas somos todos humanos e merecemos ter os mesmos direitos. Igualdade é um bem universal, não um luxo que só brancos heterossexuais têm…

      Gostar

  13. Sou maé de um Filho gay que foi abandonado pela família no Brasil com 7 anos de vida, isso porque ja demostrava, que tinha tendência a ser gay, a família abandonou, eu me orgulho dele, e um ser Humano como qualquer outro, não sou contra gay

    Gostar

  14. Agora a homossexualidade é que está na moda. É chik.. e in..
    Não tarda os heteros é que serão os anormais..
    Bossais..
    Velhos do Restelo. ..
    Quadrados. . Antiquados e fora de moda!
    Já nem podem podem discordar dessa moda que roça a bestialidade já que a natureza não se rege nem se regenera por essa via…
    Que nos peçam para respeitar, tudo bem!
    Que nos obriguem a dizer que é normal e que asim é que está bem… Santa paciência… curem-se e respeitem também que tem ideias contrárias

    Gostar

  15. Uma página lobbista gay como tantas outras que distorce discursos e palavras para acolher “crédito” e suporte do povo. É por este tipo de palhaçada e passagem de certificados de estupidez, que as pessoas estão a ficar fartas de vocês e cada vez vos ignoram mais. Querem ser aceites, sejam correctos e ajam com decência! Depois admiram-se dos Trumps da vida ganharem eleições!!!!

    Gostar

  16. Já passou por sua cabeça também passar por uma análise profunda e aceitar o o problema também está em você em não aceitar e não so no filho em ser gay?
    Que sua mente idéias e vida pode estar tóxicente comprometida com sua religião e machismo?
    Dica a dica…..

    Gostar

  17. Não há nada mais degradante do que uma pessoa que usa o seu estatuto académico e profissional para semear o ódio e o preconceito. Esta senhora não tem nada de cristã e espero que muito em breve também não tenha nada de psicóloga. Se o próprio Jesus nunca condenou a homossexualidade não é certamente nesta senhora e outros que tais que vamos acreditar.

    Gostar

  18. Seja homosexual, bi ou hetero, filho é sempre filho, o amor por ele não muda, tem que ser respeitado tal e qual como outro filho/a nosso/a! Que estupidez de pessoa é esta mulher!

    Gostar

  19. Tenho pena e sinto-me bastante triste que, em pleno século XXI e com tanta matéria existente em nosso redor para ser constantemente observada, hajam seres humanos com opiniões destas. Quando aprendemos a respeitar a vida íntima de cada um? Julgo que cada se humano, desde que respeite todos os outros, tem o direito a viver na sua intimidade da forma que se sente feliz e realizado. Só temos uma oportunidade de vida para viver, vamos aproveitá-la? Porém, não quero terminar sem referir que, independentemente do que escolhemos viver na nossa intimidade, não devemos de forma alguma espalhá-la por todos os cantos do mundo, nem tão pouco fazermos questão de chocar mentes menos evoluídas com a nossa frontalidade. A NOSSO VIDA ÍNTIMA É ISSO MESMO….ÍNTIMA!!!

    Gostar

  20. Meio mundo a querer obrigar o outro meio a aceitar os seus termos, vícios, paranóias.
    Andam a fazer a mesma propaganda em relação a cães querendo provar “por A e mais B” que é tão seguro deixar um bebé ao cuidado dum Pitbull como dos próprios pais.

    Gostar

  21. Não consigo aceitar 95% dos comentários aqui feitos nem o artigo de opinião pelo bloquista. A sério que não entendo. Todos fazem juízos de valor pelo que lêm ou não lêm e nem lhes passa pela cabeça entender e aceitar as diferenças entre as pessoas. Homossexuais ou Heterossexuais, Cristãos ou Não, Mães ou Cães, tudo li aqui mas não vi ninguem dizer….. Amem-se e respeitem-se, quem não gosta de Deus que coma menos, quem não gosta de Gays que seja Feliz a gostar de outra coisa qualquer, quem não é boa Mãe que os seus Filhos se safem bem sem elas. Nós ó temos de aceitar todas essas diferenças. Os inconformados que lutem pela consciencialização social mas com respeito à diferença.

    Gostar

  22. Não li o artigo na íntegra nem me atrai tal leitura de joelho…
    Sou bissexual é acho que a atitude sexual mais acertada é essa. Defendo o romantismo e o respeito absoluto pelos parceiros sexuais, sejam eles de que tipo forem…
    Só uma razão me fez responder a este burburinho causado por um texto absolutamente estúpido: a frase “ser toxicodependente”. De facto ninguém ” é toxicodependente “. Por outras palavras, toxicodependente não é um atributo ou qualidade ou determina o que um ser humano é! A toxicodependência é uma circunstância ou situação em que se encontram certos indivíduos, geralmente vítimas de condicionalismos e pressões externas, extremos. Não é uma doença, é um desvio comportamental, uma fuga ou um escape, de um Humano, que perdeu o Norte, normalmente com um quociente de inteligência superior à média… Assim como ser mercenário também não é uma doença, ou trabalhar num banco também não é uma doença. Porque se consideramos a instabilidade emocional ou espiritual como doença, somos todos doentes e o sistema nacional de saúde deveria então absorver todas as religiões e técnicos religiosos e integrá-los na rede universal de ” cura”, o que implicaria um julgamento em vez de um diagnóstico, que devemos fazer à sociedade como um todo e não aos indivíduos que a compõem…
    É portanto duplamente infeliz o texto em discussão, também por estigmatizar a toxicodependência, que é na maior parte dos casos uma fase infeliz na vida humana… E há muitas toxicodependências…
    Agora a Autora do texto não tem nenhuma obrigação de ser perfeita ou saber tudo. Devemos agradecer palavras intoxicadas como estás, pois permitem-nos abordar as questões e esclarecer aqueles que realmente importam. É também importante que não se personalizem as palavras, que se garanta “o direito ao esquecimento”, e que se deixe cada pessoa errar, no caminho do crescimento e aprendizagem, que é comum a todos.
    Como já se escreveu muitas vezes:” não existem Humanos superiores e inferiores. Nesta escola encontramo-nos todos em situação de aprendizagem, educandos, mestres em potência, mas cada um percorrendo o seu caminho com o seu ritmo. Estamos em fases diferentes, mas todos temos o mesmo destino é todos chegaremos a tempo.

    Gostar

  23. A comparação não poderia ser mais exacta, os meus parabéns:
    As clínicas, os hospitais, e os psicólogos são testemunhos:

    Consequências médicas do comportamento homossexual

    1- Depressão e Ansiedade.
    2 – os transtornos psicológicos de humor e de ansiedade, variando de uma branda Distimia a um potente Síndrome do Pânico. Isto ocorre devido aos fatores estressantes da vida do homossexual, que incluem: rejeição, insegurança, falta de afeto, medo, apatia, repressão social e familiar pelo fato de serem homossexuais levando-o para um comportamento auto destrutivo por muitas vezes inconsciente.

    3 – Dependência química
    É, devido ao Stress, ao sofrimento causado pelas DSTs(**) os homossexuais por várias vezes recorrem ao uso ilícito de drogas, álcool e tabaco.

    4 – Transtornos Obsessivo-Compulsivos, Dismórficos Corporais e Musculares
    Por serem muito inseguros, procuram perfeição estética e como ninguém é perfeito, qualquer coisa que seja considerada “falha”, mesmo que não seja, por exemplo, uma pinta no nariz, é encarada como motivo de mostruosidade total, que dá origens a N, transtornos, que dentre eles estão: 1.- Transtorno Obsessivo-Compulsivo
    2.- Transtorno Dismórfico Corporal
    3.- Transtornos Alimentares
    3.1- Vigorexia
    3.2- Anorexia
    3.3- Bulimia
    4.- Transtorno do Controle dos Impulsos
    4.1- Tricotilomania
    4.2- Transtorno de Tique
    4.3- Síndrome de Toureute
    4.4- Sexo Compulsivo
    4.5- Jogo Compulsivo
    4.6- Piromania
    4.7- Compulsão para Compras
    4.8- Compulsão à Internet

    5 – Câncer de próstata, testículo e cólon( reto/ânus)
    Devido as práticas sexuais, ao uso de hormônios anabolizantes, excesso de exercício , e a falta de exames periódicos os gays podem estar mais sujeitos a contrair estes tipos de câncer do que homens heterossexuais. O meio mais eficaz para se prevenir e identificar precocemente estes cânceres é a visita regular ao médico para realização de exames. Além disso qualquer alteração anal ou sexual e urinária deve ser vista por um médico.
    6 – Violência doméstica ou nas ruas.
    A violência é um dos maiores problemas para os gays, no Brasil, a cada dois dias um homossexual é assassinado. Isso sem falar dos que sofrem violências físicas nas ruas. Temos ainda um problema grande em relação ao desrespeito em escolas, locais de trabalho, família, muitas vezes com discriminação, violência verbal, física ou psicológica. O que é contra a lei, hoje em dia pelas leis brasileiras ninguém pode impedir ou censurar homo ou heterossexuais de exprimir seus sentimentos carícias, e mesmo dar bandeira se quiser em nenhum lugar. As multas são altíssimas, e são facilmente aplicáveis. O que é uma vitória da defesa da cidadania de qualquer indivíduo. E como se não bastasse há o problema da violência doméstica ou entre parceiros. Alguns estudos mostram que a violência entre casais gays é igual a dos casais hétero, com uma incidência maior entre homens. Se alguma destas situações tiver ocorrido a você não hesite, vá a uma delegacia, preste queixa, ou entre em contato com associações como o a Defensoria Homossexual que eles saberão como te auxiliar.

    7 – Hipocondria
    Isso mesmo, Hipocondria! Os gays, tem pavor de ficar doente! Principalmente por terem associado HIV e outras DSTs a orientação sexual homossexual, eles são 5x mais vulneráveis ao Transtorno Hipocondríaco “A característica essencial deste transtorno é uma preocupação persistente com a presença eventual de um ou de vários transtornos somáticos graves e progressivos. Os pacientes manifestam queixas somáticas persistentes ou uma preocupação duradoura com a sua aparência física. Sensações e sinais físicos normais ou triviais são freqüentemente interpretados pelo sujeito como anormais ou perturbadores. A atenção do sujeito se concentra em geral em um ou dois órgãos ou sistemas. Existem freqüentemente depressão e ansiedade importantes, e que podem justificar um diagnóstico suplementar. ” – C. 10 F45.2

    8 – Fissura Anal
    Por ser uma das “vias de regra” do sexo gay e por ser prazeroso por demais ( Libera Beta Endorfina, uma subtância que gera prazer imenso ), acaba-se usando um anestésico local ( xylocaina ) e acaba-se fazendo por demais e causando fissuras, que são machucados que sangram que podem vir a virar feridas e inflamarem, podendo causar febre e complicar a coisa.
    9 – Dermatites
    Bom, dermatite aparece em qualquer um, mas no caso dos gays, há predominância no pênis e no anús, onde há coceira, mancha e feridas, geralmente o quadro é benigno e desaparece com o tempo, mas uma orientação dermatológica é sempre bem-vinda!
    10 – Hemorróidas
    As hemorróidas são vasos que se dilatam dentro e fora do ânus e tem como principal sintoma o sangramento, que geralmente é de cor vermelho vivo ou rutilante e aparece após a evacuação. Que menos frequente que as fissuras também acontecem com o excesso de sexo anal!

    (**) DSTs sigla para Doenças Sexualmente Transmissíveis,
    liderando o Ranking de DSTs, não esta o HIV, esta a 1- Gonorréia, 2 – HPV, 3 – Herpes II, 4 – Sífilis, 5 – HIV;

    AIDS, siflis, herps, bowel colon cancer, bad breath, desfuncao nervous lobe,
    sida, siflis,herps,anais,cancer do colo do intestino,mau halito, desfuncao do lobulo nervoso.

    Gostar

  24. Tanta gente com problemas de identidade sexual…cada um come do que quer e gosta…e lhe dá prazer.
    E se existem homossexuais é porque o SENHOR assim o quis.
    ..pequeninos..piqueninos.

    Para o amigo/a

    Anónimo on 15 de Novembro de 2016 at 03:03

    Ainda bem que se apoia na ciência e em factos científicos…que no caso valem zero…só falta dizer que se não existissem gays não existiam farmacêuticas…iluminados.

    Gostar

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s